Positivismo… A essência
A vida a três tempos
A sociedade moderna vive a um único ritmo apressado, desumanizando o ser humano, tornando-o numa peça não fundamental da grande engrenagem em que se transformou a vida.
O stress e o conformismo passaram a acompanhar o ser humano como uma sombra. O homem, hoje, vive em grandes ilhas que são as cidades num isolamento social de vivências de hipocrisia.
Hoje o homem serve-se da sociedade para seu uso e benefício próprios, ignorando o social e a partilha.
O Positivismo desperta-nos os sentidos e move-nos física e espiritualmente para a harmonia com o meio envolvente.
O ser humano comum não se apercebe do ritmo acelerado que a sociedade impõe e acaba por se esquecer das vias que conduzem ao Eu e ao microcosmos que é o seu universo social, entrando assim num rodopio inebriante que o mantém anestesiado e inerte àquilo que a vida representa… apenas viver!
O Positivismo é a permuta da inconsciência pela existência partilhada.
O Positivismo realiza o impensável, transformando o improvável pelo accomplishment de uma vida.
O Positivismo propõe a vida a três tempos, três ritmos de realização dos nossos projectos e mesmo dos sonhos insondáveis de cada um.
Todos devemos viver um tempo profissional, um tempo familiar e um tempo pessoal.
O tempo profissional deve ser gerido no seu próprio tempo, com empenho e perseverança em toda a sua amplitude.
No tempo familiar deve-se buscar a harmonia e o consenso. A paz de espírito e social e o amor são indissociáveis, pelo que deverão estar sempre presentes em todos os pequenos gestos. Este é um tempo de dedicação total aos laços que ligam os seus membros. A amizade deve ser pura e inquestionável dar sem o pressuposto de ficar a haver.
O tempo pessoal é um tempo de contemplação e introspecção. Um tempo no qual nos despojamos da nossa indumentária social e somos apenas nós, livres e unos onde nos retiramos do mundo real para sermos apenas meros observadores e apreendermos a complexidade do ser humano. Ligamo-nos à terra e “desnegativamo-nos” sorvendo em plenitude o que o Positivismo tem para nos energizar, aquilo que move a nossa essência… Viver!
A pegada que deixamos…
Como qualquer ser humano que busca a perfeição e a interpreta em todas as suas acções, a Imortalidade é um objectivo incrustado na mente de cada um de nós seres sencientes.
A Imortalidade, ao contrário do que se diz e do que se pensa, não é a preservação do corpo físico mas o prolongamento ad aeternum dos nossos actos e das obras que deixamos para a posteridade.
Todos podemos ascender à imortalidade através do “rasto” que deixamos aos nossos descendentes.
Os pequenos gestos ou mesmo murmúrios, podem elevar-nos ao estrelato social ou de uma forma mais restrita ao reconhecimento do nosso valor no seio da família e/ou de amigos.
Se formos lembrados ou recordados por alguém, após o nosso desaparecimento corpóreo, de ensinamentos que deixamos, de anedotas que contamos ou imagens de feitos pessoais então estamos a caminho da imortalidade porque o nosso nome e a nossa imagem acabaram por perdurar para além da nossa existência.
Se os nossos actos, os nossos ensinamentos, os nossos exemplos marcaram aqueles que nos rodeiam, então teremos a consciência da nossa imortalidade.
Se enveredarmos por um caminho de luz e de harmonia, se alimentarmos o Positivismo do mundo que nos rodeia, ascenderemos ao nível para além da vida e viveremos para todo o sempre…
2010 Positivismo necessário
2010… ano para recomeçar ou para dar continuidade?
Numa época em que estamos empenhados em sobreviver é pois natural que optemos por recomeçar ou dar um novo início à nossa vida.
Recomeçar não significa forçosamente esquecer ou apagar o que está para trás, antes pelo contrário, dar uso aos conhecimentos que adquirimos, bons ou maus, pois são uma boa lição que podemos usar para não repetirmos os mesmos erros.
Assim, não desistam dos vossos objectivos, apenas reformulem-nos e vejam em que erraram, pois o futuro apresenta-se propício a grandes realizações desde que sejamos positivos e empenhados.
Sorriam porque estão vivos, sorriam porque são capazes de dar aquela volta necessária para a realização pessoal tão necessária.
Sejam positivos, não hesitem em dar passos seguros, o futuro é de cada um de nós. O que acontecer amanhã de bom será graças a cada um de nós. Positivismo é isto mesmo.
O caminho da Luz
O caminho para a Luz faz-se com o respeito pelos outros e em harmonia com a natureza. Não é um trilho serpenteante porém é pleno de atritos e dificuldades.
O Positivismo racionaliza os passos, tornando a marcha esgotante num prazer a cada momento. Os sessenta segundos de cada minuto tornam-se como uma impressão digital ou um astro flamejante no firmamento, não se repetem, apenas se acumulam.
O Caminho sendo distante torna-se perto pelo almejar de cada um. Cada passo somado para o destino é um passo subtraido à distancia que falta atingir.
A colisão entre o conhecimento e a ignorância.
O conhecimento é muitas vezes gerador de conflito perante a ignorância.
Conhecimento é poder, porém, não significa que, quem ocupa um lugar hierarquicamente superior, seja possuir de um conhecimento para além das suas atribuições profissionais. Assim, o pressuposto de poder não é forçosamente sinónimo de conhecimento.
O Positivismo atribui à humildade o grau necessário para ascender ao conhecimento. A indiferença e a hostilidade perante o conhecimento e o saber são indicadores de uma ignorância caprichosa, escudada num poder inexistente ou com futuro sombrio.
O Positivismo alimenta o espírito, tornando-o insaciável perante o conhecimento. Um espírito aberto ao conhecimento liberta o ser humano do estigma da ignorância, conduzindo-o em direcção da Luz.
Positivismo… Fluir…
Porque acreditamos na luz, somos ínfimos nos microcosmos da nossa existência. Fluímos como a água que mesmo buscando os pontos mais baixos da sua existência, dá a vida e exalta à liberdade. Tudo move e ultrapassa, não tem obstáculos.
O Positivismo é o motor que desobstrui a mente e aponta o caminho que mesmo sendo tenebroso acaba por alcançar o fim… a liberdade do espírito!
O Segredo... o nosso planeta...
O Positivismo emerge do obscuro e irradia sobre todos os seres empenhados em alcançarem a harmonia com o social e com o terreno...
2009 – Ano de medos e incertezas…
Chega mais um ano ao fim e acabamos por olhar com preocupação para o novo que começa. Depois de ondas de agitação do bem-estar dos seres humanos, do recalcar dos pesadelos que nos entorpecem, acentua-se o temor de que o que está para vir irá desestabilizar ainda mais o nosso parco equilíbrio emocional.
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O Positivismo contempla-nos com a sua extraordinária forma de estar e de ser. O positivismo indica-nos caminhos, dá-nos orientações, mas o impulso inicial parte de cada um. Lembremos que as grandes jornadas começam com um simples passo.
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O Positivismo instiga-nos a questionar, a procurar vias alternativas, a escolher novos rumos, aqueles que são traçados pelo nosso querer. O Positivismo ensina-nos a criar o nosso próprio destino. Orienta-nos pela razão e pela harmonia com a natureza envolvente, o homem e o meio em si.
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Somo seres de luz num universo obscuro…
O Positivismo ilumina-nos nas trevas da nossa solidão, levanta-nos do torpor da indiferença e empurra-nos para o além em busca do universalismo, da união e da ascensão ao ser perfeito.
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Não podemos ser o moleiro que por não gostar do grão não fez a farinha. Mesmo não gostando dos empreendimentos que são necessários para a consolidação do bem-estar daqueles que de nós dependem, não podemos cruzar os braços à espera que as circunstâncias mudem e apareçam tempos mais favoráveis.
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Positivismo – Falsas amizades
O mundo ilusório das relações humanas sem preconceitos e sem retribuições, cai por terra quando enfrentamos realidades inesperadas por parte daqueles em quem depositamos a nossa confiança e/ou os nossos segredos.
Palavras como traição, egoísmo, falsidade e hipocrisia, acabam por fazer sentido quando acabamos por nos sentirmos traídos.
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Por vezes somos confrontados com falsas intenções apenas para se apoderarem da amizade de outrem, a fim de usurpar os conhecimentos e amizades pessoais, com intenções óbvias de minarem a existência de cada um.
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O Positivismo ensina-nos a abrir o coração mas também nos dá a lucidez, muitas vezes ignorada, para analisarmos as dádivas que nos são concedidas.
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O Positivismo leva-nos a um passo mais longe. Permite-nos apurar os sentidos e capacidades cognitivas. Dá-nos a visão periférica que nos possibilita olhar objectivamente sem nunca esquecer o todo envolvente.
Muitas vezes as intenções dos outros não se encontram dentro do campo visual mas sim na sua periferia.
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Positivismo – Dupla Personalidade
Socialmente o homem tem características únicas na natureza. Possui a capacidade de se metamorfosear em duas ou mais personalidades, acabando por perder as sua verdadeiras características pessoais, aquelas que o definem como um ser diferente, que o distingue dos demais.
A necessidade que o homem tem de se adaptar às personalidades mais fortes que o circundam, acaba por definir novas características que o descaracterizam como pessoa singular, única.
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A “necessidade” ou “postura” que se cria como uma desculpa, para justificar atitudes a nível profissional e mesmo pessoal, para inter-agir com os outros de forma grosseira ou rude, revelam uma total descaracterização do “Eu” que cada um de nós possui.
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O Positivismo permite-nos a iluminação de sermos nós próprios sem os preconceitos criados por ambientes sociais.
O Positivismo revela o “Eu” oculto, libertando-nos dos feudos eliminando fronteiras. O limite somos nós.
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Positivismo - Acelerar o fim?
Está farto de viver?
Não acha que ainda pode usufruir muita da vida?
Então pode começar por da-se a si mesmo, qualidade de vida...
Aprenda a gostar de si... e só depois pode procurar outras felicidades...
Não é o que diz que o demonstra, mas sim o que faz...
Eras capaz de fazer mal a alguém que quizesse muito?
Então comece por fazer bem a si mesmo...
O stress é uma desculpa... é usado para descarregar as fúrias e/ou incapacidade de enfrentar os momentos menos bons da vida...
se gosta mesmo de si... olhe-se no espelho...
e diga o que vê...
Lembre-se que as palavras nunca dizem o que o coração sente...
Escondem por norma os nossos pensamentos mais profundos...
Já experimentou questionar as suas verdades?
O que está a sentir neste momento?
Ninguém gosta de ser confrontado consigo mesmo...
As palavras que diz e que escreve revelam o outro "EU"
Cada ser tem várias características que utiliza no dia a dia...
Porém chega a um ponto que se perde... e acaba por se descaracterizar... perdendo-se...
Cada um deve parar para meditar sobre si mesmo
e abrir o espírito a um mundo que é imenso...
As verdades não são absolutas... mas... o ser humano é uno e único...
Com uma única chama que alimenta a vida...
Por isso aquilo que é deve ser aquilo que quer ser
e não o que quer que os outros vejam em si.
Positivismo - Contagem decrescente
Desde o momento do nosso nascimento até ao dia em que nos despedimos do nosso corpo físico, que traçamos uma rota em plena contagem decrescente.
Vivemos o dia-a-dia na eminência de conseguirmos algo ou atingirmos um objectivo.
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O tempo ostraciza o homem condicionando-o na sua evolução espiritual.
Os tempos modernos “inventaram” a depressão, o isolamento do mundo e de nós próprios.
Já todos experimentamos a ansiedade provocada por aquele exame e contamos os minutos que faltavam para terminar, ou então a depressão que antecipou aquela operação, aquela visita há tanto tempo esperada, as férias que nunca mais começam ou que estão a acabar.
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O Positivismo estimula os espíritos irrequietos, incitando-os a revelarem-se contra o tempo e a ignorarem as contagens decrescentes negativas da vida.
Cada minuto é um minuto único, por isso o Positivismo ensina-nos a apreciá-lo em toda a sua extensão.
Utilizar cada momento que se nos depara e não ser utilizado por esse mesmo momento é uma das pedras basilares do Positivismo.
O Positivismo trata da ascensão e não da regressão, do avançar e não do regredir, do crescente e não do decrescente.
Positivismo - A Verdade...
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Positivismo - A Verdade...
Todos vivenciamos ao longo da vida, experiencias existenciais que existem apenas para colocar à prova a nossa capacidade de enfrentar e ultrapassar os problemas. Daí, todos nós sermos cobaias e vítimas do existencialismo.
Todos possuímos filosofias pessoais pelas quais nos regulamos. No entanto se conseguirmos mandar parar o mundo para podermos sair e então sim, observarmos pelo lado de fora o pequeno universo que somos, acabamos por descobrir que somos o que socialmente está instituído. É um erro comum acharmos que o que não vemos não existe ou que não é aprovado por nós é porque não é aceite socialmente e vice-versa.
Pois a verdade é que não há verdades absolutas e devemos questionar tudo. Nem tudo o que aparenta ser mau o será!
De acordo com o POSITIVISMO, que deve ser utilizado da mesma forma que respiramos, a verdade é um absurdo, pois que a mesma é temporal, é efémera, existe apenas no momento. A verdade porém é o momento em si qualquer que seja. Todos os acontecimentos físicos, bons ou maus, possuem um lado positivo. Nós vivenciamos ou acreditamos apenas naquele que mais nos afecta física e espiritualmente, acabamos assim por ignorar aquilo que nos poderá trazer a paz de espírito e a alegria ou satisfação de que realizamos ou fizemos algo de importante que nos engrandece.
O POSITIVISMO é uma corrente de pensamento que cada um pode e deve abraçar a fim de encontrar o caminho que nos irá ajudar a encontrarmo-nos.
Quem procurar o POSITIVISMO vai encontrá-lo e surpreender-se.

